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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Adeus, Harry Potter

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Em 1997 um livrinho, quase despretensioso, chegou às livrarias inglesas. Harry Potter e a Pedra Filosofal era o primeiro capítulo de uma série que contava a saga de um jovem (bem jovem) que descobre ser bruxo – não vou me entranhar na história porque todo mundo já meique sabe, né? Se não souber, clica aqui ó.

14 anos depois, a saga de Harry Potter chega “ao fim”. A série, de 7 livros, deixou de ser publicada em 2007, mas os fãs ainda acompanhavam as aventuras de Harry e seus inseparáveis amigos Rony e Hermione nas telas do cinema. Mesmo sabendo de cor e salteado todas as falas dos livros, milhões de pessoas foram aos cinemas e se emocionaram com as adaptações.

Publicado em 67 línguas, a série Harry Potter já vendeu mais de 450 milhões de exemplares, e provavelmente venderá muito mais, já que a saga criada pela inglesa J.K. Rowling tem apelo para renovar seu público durante muitos e muitos anos. Meique como um Senhor dos Anéis para as novas gerações.

No cinema, os sete primeiros filmes (o último livro foi dividido em duas partes), renderam mais de 7 bilhões de doletas, se tornando a franquia cinematográfica mais rentável da história da sétima arte, deixando para trás gigantes como O Senhor dos Anéis e Star Wars.

Não é estranho ver, nas salas de cinema, gente grande, adulta já, se debulhando em lágrimas ao ver, na tela, o que já leu nos livros. Harry Potter significa infância para a maioria de nós, que estamos aqui pela casa dos 25 anos. Quem não entende o fenômeno provavelmente não o acompanhou por dentro ou o ignorou por completo. HP é, de fato, uma série que nos acompanha há 14 anos, sem parar. Quando o último filme terminar, será o fim de uma era. Porque por mais que, ok, eu ainda consigo assistir meus filmes de infância e meus desenhos animados. Ainda vejo Pica-Pau, Pernalonga e Branca de Neve. Ainda assisto Free Willy e me emociono.

Mas nenhum desses títulos nos “acompanhou” como Harry Potter. Crescemos com Harry. Muitos de nós tinham exatamente a mesma idade que ele (11 anos) quando leram o primeiro livro. Muitos demos nossos primeiros beijos e nos apaixonamos pela primeira vez ao mesmo tempo em que Harry se encantava pela Cho (vagabunda!) e Rony e Hermione não entendiam seus sentimentos um pelo outro.

Harry nos acompanhou e agora nos deixa. Mas leremos mais vezes os livros, assistiremos aos filmes novamente e nos emocionaremos toda vez que o “bruxinho” atravessar a plataforma 9¾ da Estação King Cross.

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Adeus, Harry

Nós Vimos: Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2


Acabou. Uma década se passou após o lançamento do primeiro filme e testemunhamos
a evolução de uma ótima saga cinematográfica e o crescimento de seus jovens atores não só fisicamente, mas como artistas. E finalmente chegamos ao capítulo final, que com certeza vai emocionar até os menos fanáticos.

Diferente do seu antecessor, esse filme é mais calcado na ação física do que na ação
psicológica devastadora da Parte 1.

O filme começa exatamente onde seu antecessor nos deixou: Harry e seus amigos têm que achar as outras Horcruxes (objetos que contêm pedaços da alma de Voldemort) e destruí-las, por isso voltam à Hogwarts, que agora tem o sempre misterioso Snape como Diretor. E isso é o máximo que falarei da história, pra não estragar as surpesas e “twists” que o filme reserva.

David Yates acerta mais uma vez na direção, ao retratar o cansaço e angústia dos
personagens principais nesse universo agora sombrio. Até os momentos que contêm certas pitadas de humor são passageiros e logo substituídos por uma nova ameaça.
Já a fotografia de Eduardo Serra mais uma vez traz o cinza predominante do seu antecessor, tendo somente cor vívidas em cenas de Flashback.

A produção e os efeitos visuais mais uma vez não decepcionam. Aliás esse sempre foi um dos grandes méritos de toda a série: Apesar de ter vários filmes dirigidos por pessoas diferentes, os filmes parecem ter uma unidade só quando se trata em produção, efeitos e direção de arte.

As atuações também são ótimas, principalmente a de Alan Rickman (Snape) que sempre
rouba a cena quando entra em quadro, graças à ambiguidade do personagem concebido pela Rowling.

Mas apesar de todas essas qualidades, o filme tem sim algumas falhas, que o impedem de torná-lo o melhor da série. Há certas passagens do roteiro (não irei descrever) que deveriam trazer um maior impacto/abalo emocional, mas elas são explorados de forma bem superficial, o que é um grande pecado por se tratar do capítulo final da série e também por serem eventos de grande importância para alguns personagens.

Mas isso não é o suficiente para estragar a narrativa e desprender o espectador do filme.

A cena final é excelente dando um tom de continuidade não apenas para os personagens, mas para os espectadores que podem “compartilhar a magia” com seus filhos, netos e bisnetos no futuro, mas que acaba sendo triste por sabermos que depois de uma década, estamos dando um adeus à Hogwarts e aos personagens que cresceram com a gente.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Primeiro teaser de “Batman: TDK Rises”

O teaser de Batman: The Dark Knight Rises vai estrear nos cinemas junto com a sétima parte (parte dois) de Harry Potter e as Relíquias da Morte. Mas sempre tem um espertão que foi à pré-estreia, filmou tudo e tacou no Youtube.

Se liga. Abaixo, o primeiro cartaz oficial do filme que, sério, parece que vai ser o mais pica grossa de todos. Christopher Nolan, seu lindo, te amo.

batmantdkR clica pra ver grandão e lindo

Na terceira – e última – parte da aventura do Morcegão comandada por Nolan, Gotham tá um caos e o Bane (<3) tá botando pra fuder com geral. Daí é lógico, rola toda uma dor na consciência do Bruce Wayne e ele resolve voltar à ativa. Além disso, tem a sempre desejada Anne Hathaway dando pinta como a Mulher Gato. Pica grossa é pouco, meu amigo.

Batman: The Dark Knight Rises estreia em julho de 2012.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Assistam o sensacional novo trailer de Tintim

A minha ansiedade por este filme do Tintim me lembra das tardes que eu ficava pregado na frente da Tv para assistir as aventuras do cara. Bons tempos aqueles em que existiam desenhos que não insultavam nossa inteligência (é Cartoon Network, isso é pra você).

O novo trailer meu deixou mais empolgado ainda, porque além de mostrar que a técnica de animação tá duca, a história vai ser na vibe do desenho MESMO.

Assistam.

As Aventuras de Tintim (O segredo do Unicórnio) estreia no Brasil em 11 de Novembro, presentão de aniversário pra mim ^^.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Que filme é esse?

Nome de filme sempre é um negócio tenso. Nem sempre é bem escolhido, principalmente quando adaptado. Daí que o povo do WildAmmo fez essa ótima galeria, com possíveis pôsteres de filmes, todos fiéis apenas ao título dos longas.

Alguns eu não consegui identificar, outros eu achei geniais! Se liga:

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Nós vimos: meia-noite em Paris

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Depois de Nova York em Manhattan (1979), Londres em Scoop (2006) e Barcelona em Vicky, Cristina Barcelona (2008), Woody Allen dá continuidade à sua série de filmes em que cidades são quase personagens.

Em Meia-Noite em Paris o cineasta coloca seu alter-ego da vez nas mãos de Owen Wilson, que faz papel de Gil Pender, um roteirista de filmes-clichê que está escrevendo seu primeiro romance durante uma viagem que faz com sua noiva Inez (Rachel McAdams, com pouco destaque no filme, mas uma boa atuação) à Paris.

Gil Pender é inseguro com sua vida amorosa e profissional, enquanto disputa atenção de sua futura esposa com o chato pra cacete pedante Paul, que é especialista em tudo e ex-paixão de faculdade dela. Sem contar os sogros, que fazem muito bem o papel de criticar o estilo de vida do genro.

Depois de uma noite de bebedeira, Gil se perde pela cidade e pega carona em um carro antigo, que literalmente o leva a uma viagem aos anos 20, considerada por Pender a época de ouro de Paris, especialmente na chuva. É aí que a mágica do filme começa. O personagem principal encontra com todos seus ídolos, vai à festa com eles, e temos uma surpresa a cada personagem novo que aparece. Afinal, qual fã de literatura não gostaria de ouvir conselhos de Ernest Hemingway (numa ótima atuação de Corey Stoll), sair com o casal Fitzgerald enquanto Cole Porter toca piano? E ainda por cima, se apaixonar por a amante de Pablo Picasso, interpretada pela nossa querida e linda Marion Cottilard?

O filme conta com uma direção de arte ótima, mas convenhamos que Paris ajuda e Woody não deve ter tido muito esforço para escolher os lugares de tomadas externas, mas o figurino e cenários de cenas internas merecem pelo menos uma menção honrosa. Se não são impecáveis, são pelo menos corretos para a época retratada. O roteiro bem amarrado com ótimas surpresas sobre as figuras da história da arte que aparecem sem aviso pode render a Woody sua 15ª indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original.

Os escritores, pintores e compositores da década de 20 são carismáticos e carregam bem o filme que ainda conta com a participações da discreta Carla Bruni e do nada discreto e hilário Adrien Brody como Salvador Dalí.

Woody Allen raramente erra, de seus “erros” saem filmes medianos, e quando acerta temos filmes memoráveis, como Annie Hall (me recuso a chamar este filme pelo nome em português), Manhattan e este Meia-Noite em Paris, que é encantador e charmoso assim como a cidade em que o filme acontece.

Por Pedro Chaves.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Nós vimos: Transformers – O Lado Oculto da Lua

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Depois de três filmes da franquia Transformers, cheguei à seguinte conclusão: NADA consegue ser pior que o segundo. O que não quer dizer que os outros dois sejam bons.

Mas fato é: Transformers – O Lado Oculto da Lua, apesar de continuar errando em diversos fatores, possui algumas melhorias em relação aos outros filmes.

Vamos analisar o seguinte ponto: a franquia é baseada em um desenho antigo, que foi criado para aumentar as vendas de uma linha de bonecos. E mostrava basicamente um bando de robôs porrando uns aos outros, virando carros, armas, se porrando um pouco mais e pronto.

Ou seja: é EXATAMENTE isso que a gente espera ver na telona. Qualquer coisa diferente disso é desnecessária. Mas não, Michael Bay não consegue entender.

O primeiro filme atende bem: traz um monte de lata brigando em busca da supremacia. O problema é que a porrada era tão intensa, que o espectador não conseguia acompanhar muita coisa. Havia o bônus de ter a Megan Fox (Mikaela) em trajes “respeitosamente” minúsculos e o nosso amigo trapalhão Shia Labeouf (Sam) pra fazer a gente rir. Não era o melhor dos filmes, talvez um pouco grande demais, mas ainda sim, divertoso.

O segundo, dispensa comentários. Explosões, Megan Fox, TESTÍCULOS robóticos, céu dos robós e Megazord Mode. E com uma metragem ainda maior. Tenso.

Mas vamos para o terceiro filme, que é o que interessa.

Em relação aos outros dois, as batalhas dos robôs melhoraram DEMAIS. Finalmente deu pra entender o que acontece. Isso ocorreu por causa da produção em 3D, que obrigou Michael Bay a diminuir o ritmo.

O único ponto positivo além desse foi a ausência de testículos. Robôs são robôs e pronto.

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De resto, eu nem preciso me alongar demais, porque o que eu vou falar todos já sabem: história rasa, atuações rasas, e até a gostosa da vez é duvidosa (pelo menos ela não tem o dedo de anão da Megan Fox). Nem mesmo o “plot twist” do filme (sim, esse tem) consegue empolgar.

Mas agora eu vou ao ponto crucial, que só após três filmes eu consegui sacar: Michael Bay não tem limites. Ele é o cara que quer, a qualquer custo, tirar leite de pedra. Transformers 3 tem 2 HORAS E 37 MINUTOS de duração. Viva o processo de filmagem digital.

Essa metragem não se justifica (o primeiro filme possui 2h24) nem a pau. Em certo momento do filme eu já estava incomodado com a suruba desenfreada de robôs que estava rolando. Se tivesse uma hora a menos, sem sombra de dúvida Transformers como um todo seria bem melhor menos pior.

Resumindo a ópera: Transformers – O Lado Oculto da Lua é mais suportável de assistir, caso você goste de efeitos especiais e não esteja nem aí para a história. Sinceramente, acho que ele é pior que o primeiro pelo simples fato de não ter aquela coisa da nostalgia que o primeiro filme carregou, já que eles são substâncialmente a mesma coisa.

Assista se você achar que deve, não será um disperdício total no final das contas.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Primeiro trailer de MIssão impossível 4

Eu sei da existência de um clã, enorme, de fãs do cinemão iraniano, seguidores dos ideais de cinco minutos de close em camelo mastigando, que vão torcer o fucinho para o sensacional trailer de Missão: Impossível 4. Mas e daí?

A estréia do (até agora) brilhante Brad Bird (Os Incríveis, Ratatouille) em filmes live action promete devolver de vez a série aos trilhos (ainda em cheque por conta da sofrível segunda parte).

E pra ajudar no pedigree do novo filme do agente Ethan Hunt, está o nerd mais hypado do cinema, J.J. Abrams. Parece que o responsável pelo sucesso Super 8 (e Lost... bom, melhor esquecer desta parte) deve abocanhar mais algum bocado de grana em 2011.

A estréia de M:I4 está marcada para 16 de dezembro.

Por Kelson Douglas.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

E o novo do Guillermo del Toro, hein?

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Eu vou ignorar Biutiful e continuar achando o Guillermo del Toro fodão. Principalmente depois de assistir ao trailer de Don’t Be Afraid of The Dark, escrito e produzido por ele.

No filme, Katie Holmes e Guy Pearce (amor) interpretam um casal que se muda para uma casa antiga e estranha.. BEM estranha. Só o trailer já dá uma agonia, mas daquelas boas, na onda de O Labirinto do Fauno.

Se liga:

Don’t Be Afraid of The Dark estreia em agosto na gringa. Por aqui, ainda não há previsão de lançamento.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Os Muppets, esses fanfarrões

Depois de tirar uma onda com as comédias românticas, agora a divulgação do filme dos Muppets resolveu acabar com o Lanterna Verde.

Se liga no pôster especial e no novo trailer do filme.

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Os Muppets estreia em novembro nos EUA, sem previsão de lançamento no Brasil.

Um novo diretor para “Maleficent”

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Em maio desse ano, Tim Burton anunciou que estava deixando a produção de Maleficent (o filme que contará a história da Bela Adormecida sob o ponto de vista da bruxa Malévola). Desde então, a Disney tarra ca neném no colo tava doida atrás de um substituto.

Pois bem. Corre a boca pequena que David O. Russell, diretor de O Vencedor, está a um ponto de assumir o comando do longa.

Angelina Jolie interpretará a personagem principal e o filme será uma mistura de live-action com computação gráfica, nos moldes de Alice no País das Maravilhas.

Mesmo sem Tim Burton, esse filme vai ser ducaralho. Estamos no aguardo.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Ben 10 vai ganhar adaptação para o cinema

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Ben 10, um dos desenhos mais legais do Cartoon Network atualmente, está prestes a ganhar uma versão cinematográfica.

O longa está em fase de pré-produção e será realizado por Joel Silver, produtor pica grossa que fez Matrix (tá, beu abor?).

O desenho já ganhou especiais live-action para TV, mas segundo a Variety, o longa será protagonizado por um elenco diferente.

Ainda não há previsão de lançamento do filme, mas se rolar mesmo, vou achar sensacional!

terça-feira, 14 de junho de 2011

Promoção: Meia Noite em Paris

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O filme Meia Noite em Paris, escrito e dirigido pelo mestre Woody Allen, é uma comédia romântica sobre uma família que precisa se mudar para Paris a trabalho, e sobre um jovem casal de noivos, com casamento programado para o Outono, que vêem suas vidas mudarem completamente.

O noivo, que sempre foi apaixonado pela cidade, descobre que depois da meia-noite ela se transforma, como num passe de mágica. Mas não vou contar a transformação, senão perde a graça do filme. Confira o trailer:

No elenco temos Owen Wilson, Rachel McAdams, Marion Cotillard, Kathy Bates e Carla Bruni, que além de ser a primeira-dama da França também é atriz/modelo/cantora.

E é claro que nós vamos te levar pra assistir essa delicinha antes de todo mundo, dia 15/06, às 21h, no Boulevard Shopping. Para isso, basta ficar de olho em nosso twitter (@tudoemgeral) às 16h, onde postaremos uma pergunta relâmpago relacionada ao filme. Os 10 primeiros a responderem corretamente levarão um par de ingressos.

Nos vemos no cinema!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Promoção: “Qualquer Gato Vira-Lata”

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Qualquer Gato Vira-Lata está um nível acima da maioria das comédias românticas nacionais. Muito em função do texto do filme, baseado na peça Qualquer Gato Vira-lata tem uma Vida Sexual Mais Saudável que a Nossa, escrita por Juca de Oliveira.
O longa conta a história de Tati (Cleo Pires), uma jovem que, após levar um pé na bunda do namorado (Dudu Azevedo), acaba se envolvendo com um professor de biologia (Malvino delícia Salvador) que está disposto a provar que existe uma fórmula perfeita para o amor. Para reaver o relacionamento, Tati se submete aos "experimentos sociais" do tal professor, mas acaba se envolvendo com ele.
Como é de se esperar, a jovem se apaixona pelo professor, o ex-namorado ao perceber que perdeu uma gata (afinal estamos falando de Cleo Pires) resolve investir de novo e tentar reconquistá-la e, sem sucesso, abre caminho para que Tati encontre seu verdadeiro amor.
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Dirigido por Tomás Portella, Qualquer Gato... tem uma pegada romântica, exagerada, cheia de situações absurdinhas que agradam em cheio aos amantes das comédias românticas.
Apesar dos clichês, o filme é divertidíssimo, muito bem conduzido e vale a pena o ingresso. E se você ainda não se convenceu, tem mais um ótimo motivo para ir ao cinema: a fantástica Letícia Novaes (vocalista do Letuce) no papel da melhor amiga de Cleo Pires.

Interessou? Então a gente te leva pra assistir ao filme na faixa. Para ir ao cinema ver Qualquer Gato Vira-Lata, basta correr lá no Twitter, seguir o @tudoemgeral e dar RT na frase:
O @tudoemgeral me leva pra assistir “Qualquer Gato Vira-Lata” na faixa! Dê RT e concorra http://migre.me/52UP7
O resultado sai na quinta-feira, dia 16 de junho. Tá esperando o que?

Promoção válida apenas para Belo Horizonte.
Promoção encerrada!

Os vencedores são:
Parabéns! Entraremos em contato!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

50 vilões do cinema

O artista Robert Ball criou esse interessante pôster juntando a face de 50 vilões e vilãs famosos do cinema.

Com o estilão bem único, o trabalho é digno de ser pendurado em um quarto. Consegue adivinhar todos? Clique na imagem para ampliar, caso tenha dificuldades.

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Awesome!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Assistimos antes: “Namorados Para Sempre”

Poster_NamoradosparaSempre.indd“Casados há vários anos e com uma filha, Cindy e Dean passam por um momento de crise, vendo o relacionamento ser contaminado por uma série de incertezas. Dispostos a seguir em frente, os dois tentam superar os problemas, buscando no passado e no presente os motivos que o mantiveram unidos até este momento e os fizeram se apaixonar um pelo outro.”

Cindy (Michelle Williams – se lembram da malvada de Dawson's Creek?) e Dean (Ryan Gosling) arrasam nos papeis.

A mudança física e psicológica dos personagens é incrível. Nota 10 neste quesito.

Os detalhes, as frases prontas, as cores e a naturalidade do casal. Tudo lindo.

De Namorados Para Sempre, só o titulo. Na minha opinião, pecaram feio na tradução. O título original é “Blue Valentine”, e Blue passa a idéia de algo “morno”, “chato”, “enjoado”. “Blue Valentine” é aquela fase do relacionamento que as coisas estão “blues”.

Portanto, mocinhas, não se enganem e nem arrastem os namorados e noivos para uma lavagem cerebral daquelas que comédias românticas prometem fazer nos apaixonados. Esse, definitivamente, é o romance mais cru dos últimos tempos. Mocinhos: se esqueçam dos clichês e do sentimentalismo. Esqueçam a promessa de beijos apaixonados e amor eterno. O filme é um infinito de perguntas e respostas e é quase impossível sair do cinema sem um nó bem dado na garganta.

Namorados para Sempre me cativou no trailer, mas durante o filme me perdeu aos poucos. Tenho a sensação de que mulheres vão ao cinema assistir um romance para se iludirem. Não fujo à regra. Assistir a realidade, o difícil, o chato do relacionamento, a gente deixa para a vida real. Já os homens, nos acompanham nas comédias românticas porque salvam as cenas engraçadas e bobas, que fogem do melodramático. Vou avisando: me desiludi e o cara que estava sentado ao meu lado, pouco riu.

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O filme é um soco no estômago muito bem dado. Tão bem dado que observei casais saindo em um silêncio incômodo do cinema.

O interessante aqui é a forma como nos envolvemos na história dos personagens. Da cadeira de trás escutei: “Como assim ela está negando sexo para ele? Isso é um absurdo!”, da cadeira da frente: “Ele é um idiota. Já teria me separado há muito tempo”.

Termino o texto sem contar muito porque perde a graça e com uma frase do filme que me tocou: “Como confiar nos sentimentos se eles simplesmente desaparecem?”.

Me diz, como?

Por Marcella Brafman.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Trailer de “The Girl With The Dragon Tattoo”

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O primeiro trailer de The Girl With The Dragon Tattoo (segunda adaptação do livro Os Homens que Odeiam as Mulheres para os cinemas) tem tanto estilo por frame quadrado, que fica até complicado descrever.

Além do filme ter a direção de David Fincher (Clube da Luta, Se7en, A Rede Social) e trilha sonora de Trent Reznor, vocalista do Nine Inch Nails, para o trailer eles arrumaram uma versão de "Immigrant Song", do Led Zeppelin, com Trent e Karen O, do Yeah Yeah Yeahs.

O filme tem muito pedigree mesmo, afinal, Trent Reznor já ganhou o Oscar este ano com a trilha de A Rede Social e Karen O foi a responsável pela de Onde Vivem os Monstros.

 

A adaptação chega aos cinemas dos Estados Unidos no dia 21 de dezembro. Por aqui, em fevereiro de 2012.

Por Kelson Douglas.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Assistimos antes: X-Men: Primeira Classe

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Quando começou a divulgação de X-Men: Primeira Classe, todo mundo TODO MUNDO ficou com os dois pés atrás. Era tudo muito galhofa, muito caricato e, opa, cadê os personagens originais?

Nos quadrinhos, X-Men: Primeira Classe conta as aventuras da, malzaê, primeira turma de mutantes comandada pelo ainda jovem professor Xavier: Ciclope, Jean Grey, Anjo, Homem de Gelo e Fera. A premissa da série, interessantíssima, era mostrar como Xavier e Magneto formaram suas personalidades, essa amizade estranha entre eles e, claro, a formação dos X-Men enquanto super-heróis.

Ao levar a história para o cinema, o diretor Matthew Vaughn (Kick-Ass) e o produtor Bryan Singer (que dirigiu os primeiros filmes dos mutantes) optaram por formar uma equipe diferente da original. Da turma dos quadrinhos, apenas Fera permanece. Ao seu lado, Destrutor, Mística, Banshee e Darwin. E esse é o maior - senão o único - defeito do filme. Se fosse estrelado pelos cinco mutantes originais, X-Men: Primeira Classe seria  tão fuderoso quanto X2 (disparado o melhor da franquia).

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Passado o susto inicial e se adaptando ao esquema do filme, os pontos positivos são inúmeros:

O visual e o conceito: O filme se passa nos anos 60. O figurino e as locações tiveram cuidado esmeroso por parte da produção. Destaque para as roupas da Rainha Branca e para a cenografia do Clube do Inferno e do submarino dos vilões - quero morar naquele submarino, minha gente.

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A ação: Gente, que é isso? 007 com super poderes? Kinda. Não satisfeito em fazer um filme com figurinos e locações bem cuidadas, Matthew Vaughn fez um filme de aventura como os de antigamente. Mil referências às aventuras de James Bond, principalmente no Magneto, que é aventureiro pra cacete: nada, pula, joga facas, espia.

O roteiro: Bem amarrado, o texto de XMPC não faz como muitos filmes de super-herói, tentando explicar tudo rapidamente e jogando mil informações na cabeça do espectador. No final, deixa ganchos pertinentes para um possível segundo filme sem ser pedante.

As referências: Além das referências aos anos 60, o filme reverencia o universo mutante e os outros filmes da franquia. A cena inicial, que recria a abertura do primeiro filme; a discreta aparição de Tempestade e Colossus numa cena rápida e duas maravilhosas participações especiais, rapidíssimas, já comentadas por aí, mas que eu não vou falar pra não estragar a surpresa de quem não sabe.

O melhor conselho para assistir X-Men: Primeira Classe é: não seja um fã chato. Se você ligar o foda-se e for ao cinema pra se divertir, pode ter certeza: é isso que vai acontecer.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Nós vimos: “Se Beber Não Case – parte 2”

SBNC2 - Hotel Room

Todd Phillips não entende o barato da própria despretensão. O cara quando acerta em deixar os homens como babacas divertidinhos em Dias Incríveis, logo em seguida quase se leva à sério com Starsky & Hutch. Depois, não entende o próprio sucesso com Se Beber Não Case e faz Se Beber, Não Case! Parte II.

O que acontece é o seguinte: Na primeira parte, lá do longínquo ano de 2009, o bacana do filme (que só é bacana mesmo, nada mais do que isso) era o absurdo das situações, que sempre pareciam não encontrar um fim. Só que os personagens do filme tinham um mínimo de realidade no sangue. As situações eram non-sense, mas todos reagiam como pessoas normais (dentro do possível). Algo, que nem de perto, acontece na segunda parte.

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Em Se Beber, Não Case! Parte II, tudo é demais. No primeiro filme, um japonês sai de dentro de um porta-malas, pelado e sentando a mão em todo mundo. Agora, ele sai de dentro de uma máquina de gelo. E dá-lhe close para maiores de 18 anos. Aliás, o filme parece um desfile de pênis. A piada até funciona em uma parte da projeção. Mas, alguém deve ter falado no ouvido do diretor que quanto mais, melhor e... deu no que deu. O mesmo acontece com a piada do dente, do primeiro longa. "Vamos trocar um dente por um dedo e fazer o sujeito mutilado encarar isso de forma super de boa"... Claro, como não?

Não vou dizer que todas as piadas do filme são ruins. Uma ou outra coisa acaba funcionando, sabe-se lá o motivo. Mas nada no mundo explica o que fizeram com Alan (Zach Galifianakis), o melhor personagem dos dois longas. Em 2009 ele só era um idiota, agora os três roteiristas do filme resolveram transformá-lo em uma criança. E mimada!

Nos créditos finais fica claro que o filme é um CTRL + C, CTRL + V do primeiro, com anabolizante. Só que Se Beber, Não Case tinha um certo limite, ainda que completamente incorreto. E quando isso é algo muito forçado, simplesmente perde o tesão.

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P.S: Até mesmo a melhor piada do primeiro filme, as fotos que mostram tudo o que aconteceu na noite, é repetida aqui. Só o tipo do humor é que não repete.

Por Kelson Douglas.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Promoção - Piratas do Caribe 4

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Piratas do Caribe já estreiou, a gente viu e curtiu, e se você quiser saber nossa opinião, pode ler a resenha aqui.

E como nós somos legais e descolados, nós e a Disney levaremos vocês pra assistir ao filme sem gastar um centavo.

Para isso, basta dar RT na seguinte frase não vai ser tão fácil como das outras vezes. Afinal, trata-se de um baita filme. E pra provar que você merece, você precisa nos enviar uma foto mostrando o seu espírito pirata.

“Pô Mell, mas aonde eu vou arrumar uma fantasia de Pirata uma hora dessas?” No Photoshop. Ou no Paint. Ou na papelaria. Ou na loja de fantasia mesmo. Pouco importa, desde que a criatividade esteja presente.

As fotos podem ser enviadas para o nosso email, facebook ou twitter.

Os OITO melhores piratas faturam um par de ingresso, e o resultado sai no dia 03/06, sexta-feira. Ou seja, dá tempo de sobra pra pensar em uma coisa legal.

E se tiver rolando um receio de pagar mico, é só olhar pra foto abaixo: nada pode ser pior que a minha montagem de porcoshop.

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… e uma garrafa de rum!

 
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