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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Paul McCartney e Gorillaz?

Palrillaz

Essa eu quero ver. O eterno ex-Beatle Paul McCartney disse, em uma entrevista, que quer muito trabalhar com o Gorillaz.

Macca afirmou que já entrou em contato com Damon Albarn (chefe do grupo) para propor a parceria, mas que os dois nunca conversaram profundamente para definir o que será feito.

Segundo ele, a parceria quase aconteceu algumas vezes, mas eles nunca tiveram tempo para trabalhar juntos.

Eu, sinceramente, não sei se tem muito a ver juntar Paul e Gorillaz, mas confio no taco do Damon Albarn. Bobear fica genial.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Capas de discos em versão cartum

Não tem muito o que falar. Elena Lloveria Gutiérrez é uma ilustradora espanhola que pegou várias capas de discos clássicas (clássicas na parte visual, não necessariamente clássicos da música - mas que a maioria é, é. Enfim) e redesenhou-as com seu inconfundível estilo de caricaturar. O resultado, belíssimo, você vê abaixo.

Alta fidelidade, né não? (#piadainfame)



Meu disco preferido de todos os tempos


Sempre fui mais Prince do que Michael, e essa capa é uma das minhas capas de disco preferidas de todos os tempos

Lindo, né? Fiquei com vontade de fazer minhas versões (já rabisquei algumas aqui, confesso, depois mostro).
O trabalho completo da artista pode ser visto no blog dela, The Colornaut, e também no FlickR e no Twitter.

sábado, 12 de dezembro de 2009

The Beatles: A história por trás de todas as canções

Acaba de ser lançado o livro The Beatles: A história por trás de todas as canções (Editora Cosac & Naify, venda aqui). A proposta da publicação, como o título entrega, é contar os detalhes da criação de todas as músicas gravadas pela banda. São 208 músicas analisadas em 384 páginas, cobrindo os quase 20 anos de existência do grupo.

O livro, escrito pelo jornalista inglês Steve Turner, entra em detalhes do processo de criação da banda, mostrando que a inspiração dos músicos partia muito de pequenos detalhes e frases do dia-a-dia para criar canções cheias de significados (explícitos ou não). A partir daí, o autor parte para o processo musical mesmo, explicando o processo técnico da banda e das gravações. O livro também mostra o quanto os Beatles eram despretensiosos, apesar da consciência do sucesso que faziam, e que muitas de suas músicas não tinham, pra eles, o significado que ganharam dos fãs.

O livro traz ainda mais de 100 ilustrações coloridas, que acompanham a história dos Beatles e que fazem parte da história da música mundial.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Perfeitinho e complicado*

O Panic At The Disco é uma banda muito subestimada. Muito mesmo. Os caras são realmente bons, entendem o que estão fazendo e, principalmente, são super conscientes do seu papel numa indústria cultural/musical meique decadente. Eles sabem que são uma banda de rock, e que o público quer diversão despretrensiosa, e é isso o que eles oferecem à platéia. Tudo embalado numa caixa linda, com fitas coloridas e um ar moderno-retrô que não agride o olhar.

O problema é que eles vem no pacote junto com 91139004 bandas de "emo" (que de emo mesmo tem muito pouco), so porque usam um cabelinho assim e uma calça assado. O que as pessoas não veem (e a maioria não vê por puro pré conceito) é que, por trás daqueles cabelos e das roupas, existe uma produção super condizente com a sonoridade da banda, que tem influências claras do universo jazzístico e burlesco.

Essa influência é notada claramente em músicas como "There's a Good Reason..." (minha preferida), principalmente nas versões ao vivo, onde ela ganha um arranjo bem mais "jazz" do que a versão de estúdio, do primeiro disco da banda, "A Fever You Can't Sweat Out".

No segundo álbum "*Pretty, Odd", o PaTD cresceu, e as influências da banda se abriram um pouco mais. "Nine In The Afternoon" tem um Q de Beatles, arrisco a dizer. Enquanto no primeiro disco os caras abusaram de efeitos vocais e barulhinhos eletrônicos, no segundo a banda apresentou um som mais cru, com uma produção mais low-profile, onde se privilegiam os instrumentos e a real potência de voz do vocalista, Brendon Urie.

No DVD da banda, "Live In Chicago/In The Days", lançado no final de 2008, dá pra perceber a potência da banda e o quanto eles funcionavam bem no palco.

Agora, no começo do mês, o guitarrista Ryan Ross e o baixista Jon Walker resolveram abandonar o barco e deixaram o vocalista e o baterista sozinhos na empreitada de tocar a banda em frente.

Após a saída dos dois, a "banda" lançou, na internet, uma música nova, chamada "New Perspective", que foi muito bem recebida pelos fãs, apesar de um pouco diferente, já que Ryan era o principal compositor da banda.

Ryan e Jon também prometeram lançar uma música nova hoje, mas até agora, nada. Continuamos esperando.

Enquanto o post era escrito, Ryan e Jon, agora sob a alcunha de The Young Veins, botaram a tal música nova no MySpace deles. A nova faixa se chama "Change", e segue a linha do trabalho dos dois no PaTD.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Hey Jude.

No post anterior falamos de crianças prodígio na música.

Assistam ao vídeo. Auto-explicativo.



"naaa na naa na na na naaaaa na na na naaaa...."

 
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