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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

swu: nossas impressões (shows)

Eram muitas bandas, muita coisa rolando ao mesmo tempo, e é claro, não deu tempo de ver nem a metade. Por isso, vamos postar apenas os shows que vimos.

No primeiro dia, chegamos logo no inicio do show do Mutantes.

MUTANTES

- Mell: show morno, tilelê demais pra mim, mas todo mundo cantou junto os grandes clássicos.

- Craviée: Ok... nunca fui fã das bandas oldschool do Brasil, tirando algumas coisas é claro. Mutantes entra na lista... como a Mell disse, tilelê demais para mim. Tinha até as roupas do Principe da Pérsia e tals. Apesar disso, tenho de dar o braço a torcer, os caras mandaram muito bem.

LOS HERMANOS

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- Mell: Doa a quem doer, Los Hermanos é foda e sempre será. O show serviu pra mostrar que, mesmo anos longe do palco, eles ainda fazem o dever de casa, e é por isso que são tão amados pelos seus fãs. Tenho esperança de que, depois desse show, eles ainda voltam.

- Craviée: Nunca fui fã dos Losermanos... rs... apesar de achar algumas músicas legais. Os fãs tem parcela de culpa disso: me nego a ser parte de um grupo de fãs tão acéfalos como os dos Los Hermanos. No entanto foi um show bacana que eu curti na medida do possível. E para aqueles que disseram que eles foram burocráticos no Radiohead, afirmo aqui que esse tipo de show não rolou no SWU. E tenho dito.

THE MARS VOLTA

- Mell: Meus pés tavam doendo tanto que eu assisti a maior parte do show sentada. Não gostei tanto assim, mas não foi ruim. Deviam ter tocado Televators.

- Craviée: Acredito que foi a banda incompreendida do evento... foi o que teve o menor público dentro das que estavam no palco principal. Apesar de não terem tocado as músicas que eu gostaria de ouvir, o show foi fenomenal. Foi o primeiro show que fez eu sentir que a grana gasta valeu a pena.

RAGE AGAINST THE MACHINE

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- Mell: Du-ca-ra-lho. Tive medo que virasse um Woodstock 99 quando começou a dar pau no som e derrubaram a área VIP, mas tudo correu bem. E definitivamente Tom Morello não é desse planeta. Toca DEMAIS.

-Craviée: Se não fosse o grande número de problemas técnicos que ocorreram ao longo do show, agindo como um completo anti-climax, seria um dos melhores shows do evento. Ainda sim, a banda foi impecável. Zakk e Morello tinham o público na mão, ao ponto de resolver os problemas de empurra empurra que rolaram no meio do público. É aquela história... teve problemas? Sim, vários. Mas Rage continua sendo Rage.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

SWu: nossas impressões (Camping)

Antes de mais nada, queria explicar que Murphy tá sempre passando por onde eu estou. Sendo assim, lógico que ele daria uma passadinha no SWU.

Conforme eu havia postado aqui, nossa intenção era fazer um montão de vídeos e tirar duas mil e duzentas fotos pro evento. E já começamos a filmar logo na chegada na Maeda, enfrentando filas e calor, mas sem tirar a câmera da mão. Mas eis que a pilha da câmera descarrega do nada (eu juro que carreguei) e não vende pilha lá dentro. Mas ok, eu ainda tinha a câmera do meu celular, dava pra carregar e começar a filmar no dia seguinte. Só que eu perdi o celular no evento. E aí meu amigo, fodeu. Nos restaram um monte de lembranças que a gente vai contar por aqui.

O CAMPING

Antes de viajar, nos tinha sido avisado que, embora tivéssemos uma área de 16m², nós não poderíamos levar mais de uma barraca para o evento. Ficamos muito revoltados mas desembolsamos R$ 200,00 e compramos uma barraca gigante pra caber todo mundo.

Chegando lá, o que aconteceu foi exatamente o contrário. Os 16m² se transformaram de repente em 5m² e não só as áreas compradas não tinham sido respeitadas como cada um colocou quantas barracas quisesse. Ao sair da barraca, eu precisava tomar cuidado para não pisar na próxima, de tão perto que ficaram.

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Sente o drama da proximidade

A alimentação foi outra enganação. Não abriram minhas malas hora nenhuma pra revistar, ou seja, se eu quisesse entrar com frango e farofa não tinha problema algum. Num país como o Brasil, quem é honesto só se fode. E eu comprovei isso mais uma vez.

Quanto aos banhos, o que era super tranquilo se transformou em pesadelo. No primeiro dia, logo que acabamos de montar a barraca, fui tomar banho. Super tranquilo, água quentinha e organizado. Um universo de mulheres reclamando do tempo (7 minutos pra cada), mas frescuras à parte, deu tempo de sobra. Só que no segundo dia a situação foi bem diferente. Banheiros lotados, desorganização e fila. Muita fila. Demorei quase uma hora em pé para chegar os meus 7 minutos, aguentando outras 100 mulheres reclamando em coro. Parecia um galinheiro.

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Haja ouvido pra tanto mimimi

A área de camping ficava dentro do Pesqueiro Maeda, lugar com uma estrutura bacanérrima, mas que nem aqui nem lá na China foi feita pra acampar. Um misto de grama e terra num chão desnivelado. O chão em algumas partes era tão torto que dependendo da posição que eu deitasse, eu rolava.

Assim foi o camping do SWU. No fim das contas, ainda bem que fomos pobres espertos e desistimos do tal camping premium, que de premium só tinha o preço. Pelo que a gente soube, foi apenas mais uma oportunidade de arrancar dinheiro de trouxa, pois privilégio não teve nenhum.

Amanhã a gente publica nossas impressões sobre os shows e o evento em si.

Fotos: Veja

 
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