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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Mary J. Blige interpretará Nina Simone nos cinemas


A Mary J. Blige, que eu adoro, assinou contrato para viver a lendária cantora Nina Simone nos cinemas.

"Nina" vai ser focado no relacionamento entre a diva do soul e seu assistente Clifton Henderson, que será interpretado por David Oyelowo (do ótimo O Último Rei da Escócia).

Nina Simone é uma das cantoras mais importantes da historia do Soul, e, se você não conhece, tá perdendo. A mulher comeu o pão que o diabo amassou: os pais, pastores metodistas, não gostavam da ideia de ter uma filha cantora de cabaré, o que fez com que ela saísse de casa aos 20 anos para cantar em Nova York. Na cidade, casou com um policial que descia a lenha nela, além de sofrer muito por ser negra, mulher e querer cantar.

A cantora se tornou um símbolo não só por suas canções, mas por abraçar causas importantes, como a luta contra o racismo e a violência contra a mulher. Nina Simone se envolveu tanto na luta contra o racismo que cantou, olha que chique, no enterro do Martin Luther King. Né pouco não.

O orçamento do filme é de 10 milhões de dólares e as filmagens começam em setembro, na França. Ainda não tem data de lançamento, mas eu já quero ver.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Nós somos o mundo

Você passou boa parte da sua adolescência frequentando um boteco copo sujo com jukebox localizado no centro da sua cidade? Então você vai entender o que eu vou falar: aquele velhinho que socializava com o bar inteiro, que colocava "We Are The World" para tocar no jukebox pelo menos três vezes por dia e que vibrava cada vez que a imagem do Stevie Wonder aparecia, acaba de te dar um outro motivo para voltar àquela vida. Ou não.
Como todo mundo deve saber, fizeram uma nova versão de "We Are The World", que estreou na abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno (12 de fevereiro), em Vancouver, no Canadá. A ideia é ajudar as vítimas dos terremotos no Haiti.

Mantiveram a estrutura da galera no estúdio e utilizaram algumas imagens do próprio Michael Jackson. O mais curioso disso tudo fica por conta dos convidados: Mary J. Blige e Jennifer Hudson cantam muito, não é surpresa para ninguém. Achei legal demais levarem o Josh Groban e a participação da Pink foi muito legal. Até aí tudo bem, até que de repente Akon surge. Sério, não colou.

Senti falta da Cyndi Lauper e do próprio Stevie Wonder. Achei estranhíssima a participação da Celine Dion e fiquei profundamente incomodado com o Justin Bieber cantando os primeiros versos. Chega de comentários. Se você ainda não viu, confira:


Antes que eu me esqueça: pior que o Akon, só o Wyclef fazendo aquela coisa esquisita com a voz. Alguém consegue me explicar o que significa?

 
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