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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

SWu: nossas impressões (Camping)

Antes de mais nada, queria explicar que Murphy tá sempre passando por onde eu estou. Sendo assim, lógico que ele daria uma passadinha no SWU.

Conforme eu havia postado aqui, nossa intenção era fazer um montão de vídeos e tirar duas mil e duzentas fotos pro evento. E já começamos a filmar logo na chegada na Maeda, enfrentando filas e calor, mas sem tirar a câmera da mão. Mas eis que a pilha da câmera descarrega do nada (eu juro que carreguei) e não vende pilha lá dentro. Mas ok, eu ainda tinha a câmera do meu celular, dava pra carregar e começar a filmar no dia seguinte. Só que eu perdi o celular no evento. E aí meu amigo, fodeu. Nos restaram um monte de lembranças que a gente vai contar por aqui.

O CAMPING

Antes de viajar, nos tinha sido avisado que, embora tivéssemos uma área de 16m², nós não poderíamos levar mais de uma barraca para o evento. Ficamos muito revoltados mas desembolsamos R$ 200,00 e compramos uma barraca gigante pra caber todo mundo.

Chegando lá, o que aconteceu foi exatamente o contrário. Os 16m² se transformaram de repente em 5m² e não só as áreas compradas não tinham sido respeitadas como cada um colocou quantas barracas quisesse. Ao sair da barraca, eu precisava tomar cuidado para não pisar na próxima, de tão perto que ficaram.

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Sente o drama da proximidade

A alimentação foi outra enganação. Não abriram minhas malas hora nenhuma pra revistar, ou seja, se eu quisesse entrar com frango e farofa não tinha problema algum. Num país como o Brasil, quem é honesto só se fode. E eu comprovei isso mais uma vez.

Quanto aos banhos, o que era super tranquilo se transformou em pesadelo. No primeiro dia, logo que acabamos de montar a barraca, fui tomar banho. Super tranquilo, água quentinha e organizado. Um universo de mulheres reclamando do tempo (7 minutos pra cada), mas frescuras à parte, deu tempo de sobra. Só que no segundo dia a situação foi bem diferente. Banheiros lotados, desorganização e fila. Muita fila. Demorei quase uma hora em pé para chegar os meus 7 minutos, aguentando outras 100 mulheres reclamando em coro. Parecia um galinheiro.

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Haja ouvido pra tanto mimimi

A área de camping ficava dentro do Pesqueiro Maeda, lugar com uma estrutura bacanérrima, mas que nem aqui nem lá na China foi feita pra acampar. Um misto de grama e terra num chão desnivelado. O chão em algumas partes era tão torto que dependendo da posição que eu deitasse, eu rolava.

Assim foi o camping do SWU. No fim das contas, ainda bem que fomos pobres espertos e desistimos do tal camping premium, que de premium só tinha o preço. Pelo que a gente soube, foi apenas mais uma oportunidade de arrancar dinheiro de trouxa, pois privilégio não teve nenhum.

Amanhã a gente publica nossas impressões sobre os shows e o evento em si.

Fotos: Veja

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